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Na sua primeira apresentação pública do ano letivo 2022/2023 – em mais um «Ensaio Geral para o Futuro» –, a Orquestra Clássica Metropolitana traz consigo três obras extraordinárias do repertório orquestral. Primeiro, a Abertura Coriolano, introdução orquestral de uma peça de teatro inspirada num texto de Shakespeare e na qual sobressaem a irreverência e a imprevisibilidade que sempre associamos à figura de Beethoven. Depois, o saxofonista Manuel Teles junta-se ao também jovem maestro João Malha na interpretação do Concerto para Saxofone mais consensual de todo o repertório clássico. Nele o compositor russo Glazunov, em final de carreira e já exilado em Paris, demonstrava o seu fascínio pela sonoridade deste instrumento. Por fim, podemos ouvir a sinfonia mais popular de Schubert. Só com dois andamentos, foi escrita seis anos antes da sua morte, mas nunca foi terminada. Podemos lamentar que tal tenha acontecido, mas bastam estas páginas para satisfazer o melómano mais exigente.
«Um toque de Romantismo e o Saxofone em Orquestra»
Orquestra Clássica Metropolitana
[No âmbito de “Outubro-Mês da Música”]
L. v. Beethoven Abertura Coriolano
A. Glazunov Concerto para Saxofone
F. Schubert Sinfonia Incompleta
Manuel Teles saxofone
João Malha direção musical
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