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Multimédia - Dossiê Pedagógica - A Música Descritiva

Abertura da ópera O Barbeiro de Sevilha

Gioachino Rossini (1792-1868) – Abertura da ópera O Barbeiro de Sevilha (1816)
8 min.

A Abertura da ópera O Barbeiro de Sevilha é uma obra-prima do repertório operático. Foi composta por Gioachino Rossini em 1816 e distingue-se pela energia rítmica e pela invenção melódica. Nesse sentido, ilustra bem o estilo inconfundível do compositor italiano. Ao longo de duzentos anos conquistou vida própria. Destaca-se frequentemente da ópera para ser tocada em salas de concerto de todo o mundo. Cria efeitos de surpresa e bom humor que retratam certeiramente aquilo que sobe à cena nos dois atos que se seguem, uma história que se passa naquela cidade espanhola e gira em torno das armações do Conde Almaviva para conquistar Rosina, uma jovem que se encontra à guarda do velho ciumento Dr. Bartolo.

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Interpretação da New Dutch Academy (Nova Academia Holandesa), sob a direção de Simon Murphy.


As Hébridas de Mendelssohn

Felix Mendelssohn (1809-1847) – Abertura As Hébridas, Op. 26 (1830)
10 min.

Chama-se Abertura, mas não precede uma Ópera. Tem um título teatral, mas não reporta a uma narrativa. Afinal, trata-se de uma obra orquestral autónoma que se impõe hoje no repertório de qualquer orquestra. Em 1830, resultava da inspiração de Mendelssohn diante de uma gruta situada na reserva natural marítima do Arquipélago das Hébridas Interiores, ao largo da costa escocesa. Num só fôlego, é um curto poema sinfónico que evoca o som e a paisagem de um lugar impressionante.

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Interpretação da London Symphony Orchestra (Orquestra Sinfónica de Londres), sob a direção de Sir John Eliot Gardiner.


A Sinfonia Pastoral de Beethoven

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Allegro ma non troppo, 1.º andamento da Sinfonia N.º 6, em Fá Maior, Op. 68, Pastoral (1808) 
9 min.

«Mais do que uma pintura, esta sinfonia é expressão de sentimentos» – assim fez questão de assinalar Ludwig van Beethoven no verso de uma das partes de violino pertencentes ao manuscrito original da Sinfonia N.º 6, de 1808. É, todavia, música que se inspira manifestamente em referências poéticas. Intitula-se, por isso, a Pastoral, como alusão à vida bucólica do campo. O 1.º andamento ilustra musicalmente o «Despertar de sentimentos alegres na chegada ao campo».

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Interpretação da London Symphony Orchestra (Orquestra Sinfónica de Londres), sob a direção de Sir John Eliot Gardiner.