O Revivalismo da Serenata
A Serenata Op. 16 de Brahms e a Serenata Op. 44 de Dvořák recuperam um género que fora praticado pelos clássicos de Viena e que caíra entretanto em desuso, a Serenata.
A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) é pedra angular de um projeto que se estende além do formato habitual de uma orquestra clássica. Quando se apresentou pela primeira vez em público, no Mosteiro dos Jerónimos a 10 de junho de 1992, anunciou o propósito de fazer confluir as missões artística, pedagógica e cívica por intermédio de uma gestão otimizada de recursos e uma visão ampla e integrada de todas as vertentes do fenómeno musical.
Pedro Neves iniciou os seus estudos musicais em Águeda, sua terra natal. Estudou violoncelo com Isabel Boiça, Paulo Gaio Lima e Marçal Cervera; respetivamente, no Conservatório de Música de Aveiro, na Academia Nacional Superior de Orquestra (Lisboa) e na Escuela de Música Juan Pedro Carrero (Barcelona), com o apoio da Fundação Gulbenkian.
Entre 1994 e 2020, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e os Solistas da Metropolitana gravaram 24 CD.
A Orquestra Metropolitana de Lisboa convida todos os amantes da música coral a integrar o seu Coro Participativo, uma iniciativa aberta a quem deseje viver a experiência única de preparar e interpretar uma das grandes obras do património musical.
A Serenata Op. 16 de Brahms e a Serenata Op. 44 de Dvořák recuperam um género que fora praticado pelos clássicos de Viena e que caíra entretanto em desuso, a Serenata.
Contrariando a opinião corrente de que o génio romântico é um sujeito inevitavelmente incompreendido pelos que o rodeiam, a estreia da Sétima Sinfonia de Beethoven, em 1813, foi um assinalável sucesso.
Três dos quatro andamentos da Sinfonia N.º 7 de L. v. Beethoven têm um caráter esfuziante. Paradoxalmente, são os compassos dolentes do andamento lento que lhe são hoje mais conhecidos.
O «Idílio de Siegfried» de Richard Wagner resultou de uma espécie de serenata dedicada a uma mulher.
Jean Sibelius compôs em 1905 os números instrumentais que «dialogavam» com a representação declamada de «Pelléas et Mélisande».