Sinfonia Heroica
A Sinfonia «Eroica» não conta uma história. Traduz um caráter idealizado. É um imenso retrato musical.
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A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) é pedra angular de um projeto que se estende além do formato habitual de uma orquestra clássica. Quando se apresentou pela primeira vez em público, no Mosteiro dos Jerónimos a 10 de junho de 1992, anunciou o propósito de fazer confluir as missões artística, pedagógica e cívica por intermédio de uma gestão otimizada de recursos e uma visão ampla e integrada de todas as vertentes do fenómeno musical.
Pedro Neves iniciou os seus estudos musicais em Águeda, sua terra natal. Estudou violoncelo com Isabel Boiça, Paulo Gaio Lima e Marçal Cervera; respetivamente, no Conservatório de Música de Aveiro, na Academia Nacional Superior de Orquestra (Lisboa) e na Escuela de Música Juan Pedro Carrero (Barcelona), com o apoio da Fundação Gulbenkian.
Entre 1994 e 2020, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e os Solistas da Metropolitana gravaram 24 CD.
A Orquestra Metropolitana de Lisboa tem o orgulho de poder contar com alguns dos mais conceituados artistas e instrumentistas do panorama musical internacional.
A Sinfonia «Eroica» não conta uma história. Traduz um caráter idealizado. É um imenso retrato musical.
Richard Strauss compôs a obra Metamorfoses no final da Segunda Grande Guerra, quando a vitória dos Aliados era para todos evidente.
Joseph Haydn compôs doze sinfonias que foram estreadas em Londres. Foi, todavia, a N.º 104 que ficou explicitamente conhecida pelo nome da cidade.
O «Idílio de Siegfried» de Richard Wagner resultou de uma espécie de serenata dedicada a uma mulher.
A «Sinfonia Simples» de Benjamin Britten combina de forma sofisticada referencias musicais tão díspares como a música do século XVIII e a valsa dos salões burgueses do século XIX.
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