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Três décadas de Atividade

Orquestra Metropolitana de Lisboa

A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) é pedra angular de um projeto que se estende além do formato habitual de uma orquestra clássica. Quando se apresentou pela primeira vez em público, no Mosteiro dos Jerónimos a 10 de junho de 1992, anunciou o propósito de fazer confluir as missões artística, pedagógica e cívica por intermédio de uma gestão otimizada de recursos e uma visão ampla e integrada de todas as vertentes do fenómeno musical.

Direção Artística
Pedro Neves

Pedro Neves iniciou os seus estudos musicais em Águeda, sua terra natal. Estudou violoncelo com Isabel Boiça, Paulo Gaio Lima e Marçal Cervera; respetivamente, no Conservatório de Música de Aveiro, na Academia Nacional Superior de Orquestra (Lisboa) e na Escuela de Música Juan Pedro Carrero (Barcelona), com o apoio da Fundação Gulbenkian.

Discografia
2010-2019

Entre 1994 e 2020, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e os Solistas da Metropolitana gravaram 24 CD.

Em Destaque

Musicália

01 Sep 2022

Danças Concertantes

Danças Concertantes foi a primeira obra que o compositor russo completou após se ter radicado nos E.U.A. No manuscrito lê-se a inscrição «Concerto para Pequena Orquestra».

01 Sep 2022

Um Concerto Singular

O Concerto para Violoncelo de Schumann contorna as práticas mais convencionais do formato Concerto. Mas as críticas que lhe costumam ser dirigidas parecem fundar-se nas qualidades que o tornam verdadeiramente único.

01 Sep 2022

O Violoncelo de Schumann

Robert Schumann nunca chegou a ser violoncelista, mas conhecia profundamente o instrumento. Estranha-se que lhe tenha dedicado somente um concerto, este mesmo que todos os violoncelistas querem hoje tocar… e nós ouvir.

21 Aug 2022

As Hébridas

«As Hébridas» de Mendelssohn resultam da contemplação da beleza da Gruta de Fingal e da afetação tempestuosa de quem se curva diante da imensidão e força do mar.

21 Aug 2022

Um Concerto Olímpico

A par dos concertos de Richard Strauss, Elliott Carter e Vaughan Williams, o Concerto para Oboé de Bohuslav Martinů é uma referência fundamental do repertório do último século para este instrumento. Datado de 1955, destinou-se originalmente ao oboísta Jiří Tancibudek, também de nacionalidade checa mas naturalizado australiano. Foi estreado no ano seguinte, no contexto alargado dos Jogos Olímpicos de Melbourne. O nível de exigência técnica e expressiva que se pede ao solista combina bem com essa ocasião.