Sinfonia Concertante
Mozart escreveu sete concertos para mais do que um instrumento solista à frente da orquestra. São as chamadas Sinfonias Concertantes.
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A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) é pedra angular de um projeto que se estende além do formato habitual de uma orquestra clássica. Quando se apresentou pela primeira vez em público, no Mosteiro dos Jerónimos a 10 de junho de 1992, anunciou o propósito de fazer confluir as missões artística, pedagógica e cívica por intermédio de uma gestão otimizada de recursos e uma visão ampla e integrada de todas as vertentes do fenómeno musical.
Pedro Neves iniciou os seus estudos musicais em Águeda, sua terra natal. Estudou violoncelo com Isabel Boiça, Paulo Gaio Lima e Marçal Cervera; respetivamente, no Conservatório de Música de Aveiro, na Academia Nacional Superior de Orquestra (Lisboa) e na Escuela de Música Juan Pedro Carrero (Barcelona), com o apoio da Fundação Gulbenkian.
Entre 1994 e 2020, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e os Solistas da Metropolitana gravaram 24 CD.
A Orquestra Metropolitana de Lisboa convida todos os amantes da música coral a integrar o seu Coro Participativo, uma iniciativa aberta a quem deseje viver a experiência única de preparar e interpretar uma das grandes obras do património musical.
A Orquestra Metropolitana de Lisboa tem o orgulho de poder contar com alguns dos mais conceituados artistas e instrumentistas do panorama musical internacional.
Mozart escreveu sete concertos para mais do que um instrumento solista à frente da orquestra. São as chamadas Sinfonias Concertantes.
A obra de Beethoven situa-se no eixo de transição entre os períodos Clássico e Romântico. No contexto dessa mudança estilística, o Concerto para Piano N.º 3 é um exemplo particularmente representativo.
Em 1961 foi descoberta a partitura manuscrita do primeiro Concerto para Violoncelo e Orquestra de Joseph Haydn.
Tratando-se de música clássica, é por vezes difícil saber «por onde começar». Pois não é descabida a sugestão da Sinfonia N.º 29 de Wolfgang Amadeus Mozart. É certo que as últimas três sinfonias do compositor austríaco são bastante mais virtuosas e fulgurantes. Porém, esta que escreveu aos dezoito anos de idade é particularmente convidativa. Sem arrebatamentos expressivos ou cerimónias em excesso, somos todos muito bem-vindos.
Em «Peregrinação Musical», Alexey Shor convida-nos a viajar no tempo.
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