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A música do período barroco tem encantos irresistíveis. É bem verdade que as reverências e os maneirismos tão característicos dos salões aristocráticos daquela época revestem-na de uma formalidade distante. Mas a intensidade emocional que transmite é arrebatadora. Justificam-se assim todos os excessos dramáticos, os quais garantiam simultaneamente a representação simbólica, a ostentação do poder e um impacto sensorial de grande efeito. Eram estes os propósitos das composições puramente instrumentais que, sem recurso à palavra, se tornaram então moda nas cortes europeias. Chamavam-se «sonatas», uma palavra que em italiano indica que se destinavam a «sonare» (a ser tocadas), por oposição às «cantatas», que eram cantadas. Tanto eram interpretadas por músicos amadores como por profissionais virtuosos, pelo que não era difícil achar-lhes lugar em ambientes mais reservados. Afinal, assumiam configurações diversas, conforme os instrumentos que houvesse à disposição. Neste programa, juntam-se sonatas de máximos representantes do apogeu do barroco musical e que ilustram bem esse universo: Johann Sebastian Bach, Georg Friedrich Händel e Georg Phillipp Telemann. Designam-se Sonatas em Trio por serem escritas para três partes – neste caso, duas partes de violinos e o tradicional baixo contínuo, aqui formado pelo fagote e pelo cravo.
SOLISTAS DA METROPOLITANA
J. S. Bach
Sonata em Trio em Ré Menor, BWV 1036
G. P. Telemann
Sonata em Trio em Si Bemol Maior, TWV 42:B5
G. F. Händel
Sonata em Trio em Sol Menor, Op. 2/6, HWV 391
G. P. Telemann
Sonata em Trio em Fá Maior, TWV 42:F1
J. S. Bach
Sonata em Trio em Dó Maior, BWV 1037
Rafaela Oliveira fagote
Diana Tzonkova violino
Daniela Radu violino
Anzhela Akopyan violino
Flávia Almeida Castro cravo
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