Vinte e quatro alunos da Academia Nacional Superior de Orquestra da Metropolitana foram selecionados para o estágio Gulbenkian de Orquestra. O diretor pedagógico da ANSO ficou… “sem palavras”
Não é um, nem dois, nem dez. São 24 os alunos da Academia Nacional Superior de Orquestra da Metropolitana escolhidos pela Gulbenkian para integrarem o estágio de Orquestra, que se inicia já na próxima terça-feira e se prolonga até dia 26 deste mês.
Os estudantes do ensino superior da Metropolitana, alguns dos quais acabam acabam de se licenciar, foram escolhidos de acordo com o instrumento que tocam, e vão integrar no final do estágio uma digressão nacional.
São estes os alunos selecionados, recebendo um importante prémio pelo seu trabalho e virtuosismo, numa escolha que honra a Metropolitana e reconhece a excelência da formação desta instituição:
Flauta (4)
Sara Sá, 2.º ano, Beatriz Ribeiro, 3.º ano, Rossana Valente e Marta Miranda, ambas licenciadas pela ANSO;
Oboé (2)
Joana Martins e Natacha Fernandes, ambas licenciadas pela ANSO;
Clarinete (3)
Francisca Rocha, 2.º ano, Igor Varela e Carolina Ceia, 3.º ano;
Fagote (3)
Erline Moreira e António Andrade, ambos do 2.º ano, e Beatriz Carvalho (3.º ano);
Violino (5)
Matilde Serro e Nuno Suarez, ambos 3.º ano, Jakelyne Monteiro, Andria Banjai e Carolina Pimenta, as três de 2.º ano;
Violoncelo (4)
Sara Araújo e André Casal, 1.º ano, Alessio Cunha, 2.º ano, e Margarida Vieira, licenciada pela ANSO;
Contrabaixo (1)
Sebastião Carneiro da Silva, 3.º ano;
Trompa (1)
Leonardo Pinho, 3.º ano
Percussão (1)
Eduardo Machado, 2.º ano
Questionado pelo nosso site, o diretor pedagógico da ANSO ficou “sem palavras”. “Estou absolutamente sem palavras para expressar o que sinto quando 24 dos 80 participantes selecionados, isto é 30%, são alunos ou recém licenciados da ANSO”, afirmou Nuno Bettencourt Mendes.
Já refeito da surpesa, o responsável pedagógico sublinhou que “o Estágio Gulbenkian de Orquestra tem uma enorme relevância na promoção da experiência orquestral e o desenvolvimento de nível artístico a jovens músicos em Portugal”.
“Sabendo do elevado prestígio dos seus tutores e das oportunidades profissionais que este evento tem potenciado nas carreiras de vários instrumentistas de orquestra, não posso deixar de ficar muito feliz pelos alunos e muito orgulhoso pelo importante reconhecimento do nosso trabalho que esta escolha da Gulbenkian indicia”, concluiu Bettencourt Mendes.