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Orquestras da Metropolitana comemoram 200 anos do Teatro Thalia

A Orquestra Clássica Metropolitana, a Orquestra de Sopros Metropolitana, a Orquestra Júnior EPM e ainda o Mopho Ensemble, todos constituídos por alunos da Escola Profissional Metropolitana, vão participar nas comemorações dos 200 anos do Teatro Thalia, uma das casas da AMEC | Metropolitana desde 2013.

A Orquestra Clássica Metropolitana entra em cena esta sexta-feira, às 18h30, com obras de Beethoven (Abertura Egmont, op. 84) e de Tchaikovsky (Sinfonia n.º 6, Op. 74) e a direção do maestro Reinaldo Guerreiro.

No sábado, logo pelas 09h45, o Mopho Ensemble toca o primeiro e segundo andamento do Concerto Grosso Op. 3/2, L’ Estro Armonico RV 578, de Vivaldi. Logo em seguida, a Orquestra Júnior EPM interpretam Ippolitov-Ivanov (A Procissão de Sardar, da da suíte Esboços Caucasianos, Saint-Saëns (Bacchanale, da ópera Sansão e Dalila, Op. 47), e
A. Dvořák (Dança Eslava N.º 8, Op. 46).

O programa prossegue com a Orquestra de Sopros EPM e a Orquestra Júnior EPM a tocarem Rimsky-Korsakov (Procissão dos nobres, da ópera-ballet Mlada) e termina com Extreme Make-over (Metamorfoses sobre um tema de Tchaikovsky), de Johan de Meij, interpretada pela Orquestra de Sopros.

Finalmente, às 11h30, é a vez da Orquestra Clássica Metropolitana e a Orquestra Júnior tocarem Finlândia, Op. 26, de Sibelius, e a Sinfonia n.º 6, em Si Menor, de Tchaikovsky.

As várias vidas do Thalia

Construído em 1820, o Teatro Thalia, situado nas Laranjeiras, em Lisboa, é uma das casas da Metropolitana desde 2013, ano em que se tornou “sede” da Temporada Clássica da Orquestra Metropolitana de Lisboa.

O nascimento do Thalia, nome da musa da comédia da mitologia grega, aconteceu graças do Conde de Farrobo, um entusiasta das artes cénicas, que decidiu construir um teatro junto ao Palácio das Laranjeiras.

Vinte e dois anos depois foi reedificado e renovado com um projeto de Fortunto Lodi, o autor do Teatro Nacional D. Maria II. Na sua inauguração, a 26 de fevereiro de 1843, foi oferecida uma grande festa à Rainha D. Maria II. Antes mesmo de Lisboa ter iluminação pública, o Thalia já tinha a sua própria iluminação a gás, mas em 1862, o teatro e a sala de baile eram destruídos por um incêndio.

O Thalia ficou abandonado à sorte, até porque o Conde de Farrobo, que viria a morrer na completa miséria, já não pôde fazer nada. Só quando o Estado tomou posse do imóvel é que o Teatro voltou a ser reconstruído e reabilitado, sendo hoje um dos mais dinâmicos polos de animação cultural e científica da cidade de Lisboa.

Quer saber mais sobre as várias vidas do Teatro Thália? Leia este interessante artigo publicado pelo Diário de Notícias em 2016.

https://www.dn.pt/sociedade/teatro-thalia-o-salao-de-festas-do-conde-de-farrobo-5343764.html

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