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OML toca esta noite no Terreiro do Paço para revisitar 100 anos de Parque Mayer

“Cheira a Lisboa”, “Mocidade” ou “Zé Cacilheiro”. Quem não se lembra destas músicas imortais que marcaram a canção popular portuguesa? Estas e outras canções, agora reinterpretadas pela Orquestra Metropolitana e cantores consagrados como Katia Guerreiro, FF e Lura entre outros, sobem ao palco hoje na Praça do Comércio, a partir das 22h00. A entrada é livre.

Katia Guerreiro

A Orquestra Metropolitana de Lisboa participa, esta quinta-feira, 30 de junho, no concerto de encerramento das Festas de Lisboa, que decorre, a partir das 22h00, na Praça do Comércio, em Lisboa. O concerto vai assinalar, igualmente, o centenário do Parque Mayer, uma das mais notáveis referências culturais portuguesas.

“Iremos ouvir as músicas mais marcantes que foram estreadas no Parque Mayer ao longo dos últimos 100 anos e que se tornaram melodias intemporais”, explica Cesário Costa, o maestro que vai dirigir a Orquestra Metropolitana de Lisboa.

“Este repertório será apresentado com novas orquestrações dos compositores Pedro Moreira, Filipe Raposo e Lino Guerreira. Serão solistas os cantores Anabela, FF, Katia Guerreiro, Luís Trigacheiro, Lura e Marco Rodrigues, bem como José Manuel Neto na guitarra portuguesa e João Gentil no acordeão”, explica o maestro.

Êxitos intemporais como “Cheira a Lisboa”, de Anita Guerreiro, “Mocidade”, de António Calvário, ou “Zé Cacilheiro”, de José Viana, serão ouvidos esta noite no Terreiro do Paço, numa viagem a um repertório de forte cariz popular, onde se cruzam as histórias do Parque Mayer e da própria cidade de Lisboa.

“É evidente que para a Metropolitana é uma grande honra e responsabilidade termos sido convidados pela EGEAC para o encerramento das Festas de Lisboa. É mais uma oportunidade para nos apresentarmos aos públicos, na linha, aliás, do que defendo há muito: a música é universal e este feliz cruzamento entre as canções imortais do Parque Mayer reinterpretadas por uma orquestra clássica e artistas tão diferentes como os que as vão cantar, é uma forma de fusão muito interessante, que vai com certeza trazer mais público a ouvir sonoridades que, provavelmente, conhece menos bem”, explica o diretor artístico da Metropolitana.

Pedro Neves sublinha ainda que “este concerto é muito importante para a Orquestra Metropolitana, porque uma vez mais reforça que a OML é a orquestra da cidade de Lisboa”. “Estar presente no encerramento oficial das Festas de Lisboa é mais uma afirmação deste papel que nós queremos desenvolver ainda mais no futuro”.