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Músico Nuno Baptista vence Prémio Inatel. “Está a ser uma experiência incrível!”

O clarinetista Nuno Baptista, aluno do 2.º ano da Academia Nacional Superior de Orquestra (ANSO), da Metropolitana, é o vencedor do Prémio Inatel Jovem Solista 2020, tendo sido escolhido entre dezenas de candidatos que prestaram provas em fevereiro.

O músico de 20 anos sucede assim a Marta Mata e João Gonçalves, que venceram no ano passado, ex-aéquo.

“Estou muito feliz com esta distinção, porque é o reconhecimento do trabalho, do esforço e da minha dedicação à música”, começou por explicar Nuno Baptista ao site da Metropolitana, acrescentando que “não estava à espera da distinção”, tendo encarado as provas “como mais um desafio”. “Eu queria perceber como seria tocar para um júri e foi dessa forma que encarei as provas”, sublinhou.

O músico atuará como solista no Concerto da Clarinete de Aaron Copland no programa “Beethoven e o Ímpeto Revolucionário”, interpretado pela Orquestra Académica Metropolitana, nos dias 22 e 23 de maio, no Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa e no Forum Municipal Luísa Todi, em Setúbal, respetivamente.

“É evidente que o prémio monetário é importante, mas o melhor prémio é poder tocar este concerto, uma das grandes obras para clarinete do repertório mundial. Vai ser só em maio, e eu sei que vou estar nervoso. Aliás, só de pensar nisso, já estou”, contou, divertido, o aluno da Metropolitana.

O gosto pela música clássica veio cedo para Nuno Baptista. Com apenas nove anos, iniciou os seus estudos no Conservatório de Música de Seia, orientado pelo professor Carlos Silva.

Chegou à Metropolitana no ano letivo 2018/19, para frequentar a licenciatura em Instrumentista de Orquestra, com o professor Nuno Silva, na ANSO. “Está a ser uma experiência incrível: estou completamente integrado cá na escola. O ensino aqui é ótimo: a escola é muito aberta, tem ótimos professores, com quem tenho aprendido muito, e tem esta particularidade de podermos ir crescendo em contexto artístico”.

Por essa razão, o jovem clarinetista não tem dúvidas: “todos os músicos deviam ter oportunidade de passar três anos aqui na Metropolitana”, concluiu.

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