A Orquestra Metropolitana de Lisboa atua este sábado, às 21h30, no Teatro Municipal de Portimão, no âmbito do IV Festival Internacional de Piano do Algarve.

Com direção do maestro Pedro Amaral, e Goran Filipec ao piano, a OML vai tocar a Abertura Trágica de Brahms, o Concerto para Piano e Orquestra de Joly Braga Santos e a Sinfonia n.º 4 de Brahms.
A participação da Metropolitana no prestigiado festival algarvio não é de hoje. “Tem sido uma constante porque, desde o início, a nossa premissa sempre foi o profissionalismo e a qualidade”, explica o diretor do certame. Armando Mota considera que “a Metropolitana tem o melhor projeto de ensino da música em Portugal” e é por isso que a parceria funciona.
“O concerto do último festival com o António Rosado, o Pedro Neves e a OML podia ter acontecido em qualquer grande sala da Europa ou do Mundo”, prosseguiu o responsável.
O Festival Internacional de Piano do Algarve, que contará ainda na próxima semana com a atuação da Orquestra Académica Metropolitana, acompanhada ao piano por António Rosado, é uma organização da Artedosul, uma entidade sem fins lucrativos que se dedica à divulgação da música erudita no Algarve, que “é dirigida por profissionais da música e nunca abdicou dos seus princípios, que são independência política, escolha criteriosa dos programas e intervenientes, e qualidade”, observa Armando Mota.
“Nestes últimos quatro anos trouxemos quase a totalidade dos grandes pianistas portugueses. Todos os anos damos oportunidades a pianistas emergentes em início de carreira. Todos os anos fazemos uma encomenda a um compositor português. Todos os anos tentamos executar concertos que, por esta ou aquela razão, são pouco tocados, mas de grande qualidade. Todos os anos fazemos uma estreia mundial”, enumerou o diretor do Festival.
