Entrevista a Susana Henriques, diretora pedagógica do Conservatório da Metropolitana
“Temos novas aulas, novos preços
e a experiência de 27 anos
de Metropolitana”
Novos tempos letivos, novos horários, novos preços, um corpo docente experiente e de qualidade e o privilégio de aprender música numa instituição com 27 anos de vida. Entrevista a Susana Henriques, diretora pedagógica do Conservatório de Música da Metropolitana.
– Vem aí mais um ano letivo no Conservatório da Metropolitana. E é um ano com muitas novidades, certo?
Certo. O Conservatório de Música da Metropolitana, no próximo ano letivo, vai ter novidades porque queremos levar o ensino da música a um maior número de famílias.
– Uma das novidades é a adaptação dos tempos letivos aos novos ritmos dos pais, com a introdução de tempos letivos de meia hora, que permitem a conciliação do horário das aulas com o horário dos encarregados de educação…
Sim, exatamente. Uma das nossas preocupações nos últimos anos são as famílias e os seus educandos e o processo de transformação que estas fazem para se adaptarem às mudanças que vão ocorrendo na sociedade.
– Essa preocupação vem de onde?
Reunimos e conversámos com vários encarregados de educação e percebemos que existe uma grande preocupação com a falta de tempo livre das crianças. Desta forma, pretendemos ir ao encontro destas famílias, que por sua vez têm tempo limitado para dedicar às atividades extracurriculares das suas crianças. É por isso que no próximo ano letivo o nosso curso de iniciação (a partir dos 5 anos), na disciplina de instrumento, teremos também aulas com uma duração de 30 minutos. Podemos garantir que os trinta minutos são suficientes de forma a não perderem o foco no ensino desta disciplina.
– Também houve uma redução dos preços, tornando a oferta ainda mais competitiva.
Sim, o Conservatório de Música da Metropolitana oferece no próximo ano letivo o ensino da música com um valor bastante competitivo. A partir de 110€ por mês pode inscrever o seu educando nesta atividade extracurricular tão importante no desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças e fazer parte da família Metropolitana, que conta já com 27 anos de experiência no ensino da música. Portanto, temos novas aulas, novos preços e a experiência de 27 anos de Metropolitana.
– Está provado que o estudo da música ainda em tenra idade é muito importante para o desenvolvimento das crianças…
É sem dúvida uma componente educativa que promove a criatividade individual e a dinâmica de trabalho em grupo. São muitos os estudos que comprovam os benefícios do ensino da música no ser-humano, mas quando falamos de crianças e jovens esses benefícios atingem um patamar de grande importância no seu crescimento humano e intelectual.

– Uma das questões mais difíceis nestas idades dos cinco, seis anos é a escolha do instrumento. O Conservatório da Metropolitana dará uma ajuda…
Sim, o Conservatório de Música da Metropolitana sempre deu uma ajuda nesse sentido. Organizamos ateliês e aulas abertas permitindo que qualquer criança possa ver bem de perto um vasto leque de instrumentos musicais, experimentá-los, ouvir as suas diferentes possibilidades sonoras e expressivas, perceber a sua manipulação, assim como as suas exigências físicas.
– Porque é que o Conservatório da Metropolitana é a escolha acertada para começar a aprender música?
Para nós, é essencial proporcionar a cada aluno uma experiência única no que ao ensino da música diz respeito. Do ponto de vista pedagógico, contamos com um corpo docente estável e com vários anos de experiência. Somos uma casa de música única, somos três escolas e uma orquestra profissional, aqui, respira-se música durante todo o dia, todos os dias.
Há também outros aspetos em que fazemos a diferença quando o tempo das famílias é cada vez mais escasso.
– Como por exemplo?
Falo da boa localização da Metropolitana e do ótimo parque de estacionamento que temos nas nossas instalações. É importante, porém, que qualquer encarregado de educação tenha consciência que não há escolas perfeitas, o que importa é se a escola escolhida é a ideal para o seu educando.
– O facto de o Conservatório estar integrado num projeto como a Metropolitana, que conta com três escolas e uma orquestra profissional é uma mais-valia e um sinal de confiança.
O melhor sinal de confiança são mesmo os 27 anos de provas dadas ao nível artístico e pedagógico. Por outro lado, a possibilidade de um aluno do Conservatório poder interagir com um colega de outra escola de um nível de ensino diferente, ou até com um instrumentista profissional da Orquestra Metropolitana de Lisboa, é um verdadeiro privilégio. Esta singularidade do projeto Metropolitana é, sem dúvida, uma mais-valia para qualquer aluno que frequente esta instituição.
– Há aliás na Metropolitana muitos exemplos de músicos profissionais que fizeram todo o seu percurso formativo cá na casa. Isso é a prova de que estudar na Metropolitana é muito diferente do que estudar noutra qualquer instituição ou centro particular.
Sim, uma das particularidades das escolas da Metropolitana é exatamente a possibilidade de um aluno fazer todo o seu percurso de ensino da música na mesma casa. Esta caminhada pode começar em idade pré-escolar e terminar no ensino superior, passando pelo ensino secundário em modalidade extracurricular ou por via do ensino profissional.

O interesse de Susana Henriques pela pedagogia musical infantil começou há 20 anos quando iniciou a sua atividade profissional com crianças, licenciando-se na Escola Superior de Educação de Lisboa.
Desde então, frequenta cursos de pedagogia musical em Portugal e Espanha, tendo trabalhado com os professores e pedagogos Ana Maria Ferrão, Jos Wuytack, Marga Arouca, Rodrigo Fernández, Wolfgang Hartmann, Sofia López-Ibor, Juan Martín, Verena Maschat, Ana Paula Almeida, António Rodrigues, Helena Rodrigues, Doug Goodkin, Christa Coogan e Mónica Savà, entre outros.
Frequentou, entre 2007 e 2009, o Mestrado em Direção de Orquestra de Sopros no Instituto Piaget de Almada. É professora no Conservatório de Música da Metropolitana desde 2005. Desde 2010, tem a seu cargo a Direção Pedagógica do Conservatório de Música da Metropolitana.