A partir do próximo ano letivo, todos os graus de ensino da Metropolitana serão reconhecidos pelo Ministério da Educação. Um aluno já pode entrar na instituição com cinco anos e sair licenciado, cumprindo todas as etapas oficiais do ensino.

O Conservatório de Música da Metropolitana (CMM) vai ser reconhecido oficialmente pelo Ministério da Educação a partir do ano letivo 2021/2022, que se inicia no último trimestre deste ano. A informação já foi libertada pelo Ministério, que assim passa a reconhecer oficialmente todos os graus de ensino ministrados pela AMEC | Metropolitana.
“É uma notícia muito relevante e importante para nós. Por um lado, é a concretização do plano de reestruturação do CMM, lançado pela nova direção no ano passado. Por outro, irá permitir o funcionamento do Conservatório com paralelismo pedagógico até agora não existente e os cursos irão ser reconhecidos e tutelados pelo Ministério da Educação. Além disso, os planos de estudos serão desenvolvidos e praticados conforme a legislação em vigor”, explica o diretor pedagógico da AMEC | Metropolitana, Yan Mikirtumov.

Por sua vez, a diretora pedagógica do Conservatório de Música da Metropolitana diz-se “muito feliz com esta atribuição, porque é mais um passo de reconhecimento da excelência do ensino praticado”. “O Conservatório não tinha esse reconhecimento oficial do Ministério, apesar da qualidade do nosso ensino e a competência dos nossos professores, todos com grau académico. A partir do próximo ano letivo, um aluno que chegue à Metropolitana com cinco anos pode, se desejar, cumprir todas as etapas do ensino cá na casa, porque todas são reconhecidas pelo Ministério”, afirma Sofia Cosme.
Para a responsável, esta notícia “é mais um motivo para os encarregados de educação terem confiança no ensino” praticado na casa. “A Metropolitana é única no panorama nacional. Não há nenhuma outra escola em Portugal que tenha todos os níveis de ensino reconhecidos oficialmente, do pré-escolar à licenciatura. Eu sou mãe, e olho para esta instituição e vejo uma referência. Eu quero ter os meus filhos numa instituição sólida, com bases e com qualidade reconhecida”, concluiu.