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Primeira página do libreto da estreia de «L'elisir d'amore» de G. Donizetti (1832) Fonte: Wikimedia Commons

23/01/2020

O Elixir do Amor

O enredo escrito por Felici Romani para a ópera «L’elisir d’amore» com música de Gaetano Donizetti inspira-se na poção mágica de Tristão e Isolda. Porém, em vez da tragédia, envereda pela comédia romântica na exaltação do amor verdadeiro.

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Enrico Caruso à direita no papel de Nemorino (Berlim / 1917) | Fonte: Wikimedia Commons

23/01/2020

Uma Lágrima Furtiva

Na ópera «L’elisir d’amore» de G. Donizetti, o exemplo mais notável do bel canto é «Una furtiva lagrima», a ária que o tenor Enrico Caruso eternizou em 1902 numa gravação que abriu caminho a outras não menos célebres de cantores como Luciano Pavarotti e Plácido Domingo.

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Fotografia de Camille Saint-Saëns (data desconhecida) | Fonte: Wikimedia Commons

03/01/2020

Camille Saint-Säens ao Piano

Camille Saint-Säens compôs cinco concertos para piano. O segundo foi escrito em 1868 e, entre todos, foi aquele que se tornou mais popular.

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Robert Schumann e Clara Schumann em 1847 | Fonte: Wikimedia Commons

03/01/2020

A Sinfonia Renana

Quando hoje ouvimos os cinco andamentos da «Sinfonia Renana» de Robert Schumann, saboreamos um belíssimo poema musical inspirado na cultura e nas gentes do rio Reno, transportados a meados do século romântico.

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Manfred e a bruxa dos Alpes | Pintura de John Martin (1837) | Fonte: Wikimedia Commons

03/01/2020

Manfred em Schumann

A «Abertura Manfred» de Robert Schumann é uma criação algo sombria que revela a faceta demoníaca de um herói torturado e possuído, carregada de cromatismos, melodias e ritmos obstinados.

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Orquestra da Corte de Meininger em 1882, maestro Hans von Bülow | Fonte: Wikimedia Commons

02/12/2019

A Quarta Sinfonia de Brahms

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"A Visitação", Pintura de Pieter Claeissins (cerca de 1500-1576) | Fonte: Wikimedia Commons

02/12/2019

Dois Magnificats

São inevitáveis as comparações, quando se apresentam lado a lado o Magnificat BWV 243 de Johann Sebastian Bach e o Magnificat Wq 215 de Carl Philipp Emanuel Bach, dois músicos cuja afinidade não poderia ser mais próxima – pai e filho, mestre e discípulo.

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Theater an der Wien em 1815 | Pintura de Jakob Alt | Fonte: Wikimedia Commons

01/12/2019

O Rei dos Concertos

«O primeiro» de todos os concertos para violino românticos foi o Op. 61 de Beethoven, datado de 1806. Por isso, costumam chamar-lhe «O rei dos concertos».

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A Bela Adormecida | Pintura de John Collier (1921) | Fonte: Wikimedia Commons

01/12/2019

Tchaikovsky e A Bela Adormecida

A Bela Adormecida é um dos contos de fadas mais conhecidos de sempre. Entre as versões mais célebres contam-se a dos Irmãos Grimm, publicada em 1812, e o clássico da Disney, de 1959. Mas também o bailado de Tchaikovsky

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Uma trompete natural de 1790 | Fonte Wikimedia Commons

27/11/2019

O Concerto Brandeburguês N.º 2

O Concerto Brandeburguês N.º 2 apresenta uma configuração pouco usual. O «concertino» é composto por quatro solistas, como se a ideia fosse dar relevo aos representantes de cada uma das famílias instrumentais da orquestra. Mas o maior protagonista é a trompete.

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Cartaz do filme «Mishima: A Life in Four Chapters» | Fonte: IMDb

27/11/2019

A Música Minimal no Cinema

A música minimal tem uma plasticidade e um potencial dramático que convive na perfeição com a sétima arte, como bem o demonstra o filme «Mishima: A Life in Four Chapters», com música de Philip Glass.

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Philip Glass em 2008 | Fonte: Wikimedia Commons

27/11/2019

O Revivalismo do Cravo

A partir do início do século XX, o cravo teve uma segunda existência, quer por intermédio da recuperação de partituras dos séculos XVII e XVIII quer através da criação de novo repertório. Um dos compositores que se sentiram atraídos pela sonoridade deste instrumento musical foi o norte-americano Philip Glass.

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