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Vista panorâmica da cidade de Berlim ca. de 1750 | Fonte: Wikimedia Commons

01/02/2020

Wilhelm Friedemann Bach

Entre todos os irmãos compositores, é no seu estilo de escrita de Wilhelm Friedemann que reconhecemos maior afinidade com o virtuosismo instrumental e com as técnicas contrapontísticas do «estilo antigo», o estilo do pai Bach.

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L. v. Beethoven cerca de 1796 | Fonte: Wikimedia Commons

26/01/2020

O Pianista Beethoven

O Concerto para Piano N.º 1 não esconde a influência dos concertos de Mozart. Mas nele já se distingue a atração pela grandiosidade, quer na extensão dos andamentos quer no uso ostensivo dos metais e dos tímpanos.

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Retrato de Ludwig van Beethoven (1803) | Pintura de Christian Horneman | Fonte: Wikimedia Commons

25/01/2020

Um Génio Bem Sucedido

Contrariando a opinião corrente de que o génio romântico é um sujeito inevitavelmente incompreendido pelos que o rodeiam, a estreia da Sétima Sinfonia de Beethoven, em 1813, foi um assinalável sucesso.

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Capa da 1.ª Edição da Sinfonia N.º 7 de L.v. Beethoven | Fonte: IMSLP

25/01/2020

Sétima Sinfonia de Beethoven

Três dos quatro andamentos da Sinfonia N.º 7 de L. v. Beethoven têm um caráter esfuziante. Paradoxalmente, são os compassos dolentes do andamento lento que lhe são hoje mais conhecidos.

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Primeira página do libreto da estreia de «L'elisir d'amore» de G. Donizetti (1832) Fonte: Wikimedia Commons

23/01/2020

O Elixir do Amor

O enredo escrito por Felici Romani para a ópera «L’elisir d’amore» com música de Gaetano Donizetti inspira-se na poção mágica de Tristão e Isolda. Porém, em vez da tragédia, envereda pela comédia romântica na exaltação do amor verdadeiro.

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Enrico Caruso à direita no papel de Nemorino (Berlim / 1917) | Fonte: Wikimedia Commons

23/01/2020

Uma Lágrima Furtiva

Na ópera «L’elisir d’amore» de G. Donizetti, o exemplo mais notável do bel canto é «Una furtiva lagrima», a ária que o tenor Enrico Caruso eternizou em 1902 numa gravação que abriu caminho a outras não menos célebres de cantores como Luciano Pavarotti e Plácido Domingo.

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Fotografia de Camille Saint-Saëns (data desconhecida) | Fonte: Wikimedia Commons

03/01/2020

Camille Saint-Säens ao Piano

Camille Saint-Säens compôs cinco concertos para piano. O segundo foi escrito em 1868 e, entre todos, foi aquele que se tornou mais popular.

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Robert Schumann e Clara Schumann em 1847 | Fonte: Wikimedia Commons

03/01/2020

A Sinfonia Renana

Quando hoje ouvimos os cinco andamentos da «Sinfonia Renana» de Robert Schumann, saboreamos um belíssimo poema musical inspirado na cultura e nas gentes do rio Reno, transportados a meados do século romântico.

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Manfred e a bruxa dos Alpes | Pintura de John Martin (1837) | Fonte: Wikimedia Commons

03/01/2020

Manfred em Schumann

A «Abertura Manfred» de Robert Schumann é uma criação algo sombria que revela a faceta demoníaca de um herói torturado e possuído, carregada de cromatismos, melodias e ritmos obstinados.

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Orquestra da Corte de Meininger em 1882, maestro Hans von Bülow | Fonte: Wikimedia Commons

02/12/2019

A Quarta Sinfonia de Brahms

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"A Visitação", Pintura de Pieter Claeissins (cerca de 1500-1576) | Fonte: Wikimedia Commons

02/12/2019

Dois Magnificats

São inevitáveis as comparações, quando se apresentam lado a lado o Magnificat BWV 243 de Johann Sebastian Bach e o Magnificat Wq 215 de Carl Philipp Emanuel Bach, dois músicos cuja afinidade não poderia ser mais próxima – pai e filho, mestre e discípulo.

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Theater an der Wien em 1815 | Pintura de Jakob Alt | Fonte: Wikimedia Commons

01/12/2019

O Rei dos Concertos

«O primeiro» de todos os concertos para violino românticos foi o Op. 61 de Beethoven, datado de 1806. Por isso, costumam chamar-lhe «O rei dos concertos».

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