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A palavra Serenata lembra-nos cenários rústicos e trovas de amor. Porém, já desde finais do século XVIII, o termo estendeu-se ao domínio da música instrumental. Eram peças de curta duração vocacionadas para o entretenimento social e tocadas por pequenos agrupamentos, na maioria dos casos por uma só família de instrumentos, fossem sopros ou cordas. Com o avançar do tempo, o género assumiu maior ambição artística. É o caso das serenatas que se juntam neste programa, assinadas por dois compositores que se conheciam bem. O Op. 44 de Dvořák surgiu no final da década de 1870, sem flauta, mas com três trompas. Nela combinam-se reminiscências do estilo de Mozart e a inconfundível sonoridade da música tradicional da região da Boémia. O Op. 16 de Brahms foi composta duas décadas antes. São cinco pequenas peças em que já se vislumbra a grandiosidade das quatro sinfonias compostas mais tarde.
Serenatas
Orquestra Académica Metropolitana
A. Dvořák Serenata para Sopros
J. Brahms Serenata N.º 2
Jean-Marc Burfin e/ou Alunos de Direção de Orquestra – ANSO direção musical
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