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Bilhetes à vendaNo século XVIII, serenatas eram sequências de peças instrumentais relativamente curtas. Tocavam-se em situações de entretenimento social, normalmente dedicadas a alguma personalidade. Não sabemos a quem Mozart dedicou a Serenata N.º 10, no início da década de 1780, quando se mudou para Viena. Talvez ao Imperador José II. Talvez a Constanze, com quem se casou por essa mesma altura. Certo é que se tornou conhecida pelo nome Gran Partita, ou não fosse a obra instrumental mais longa de todo o seu catálogo. Por seu turno, a primeira sonatina para instrumentos de sopro de Richard Strauss foi composta século e meio mais tarde, no final da vida, quando recuperava de uma pneumonia – mereceu por isso o subtítulo «Da oficina de um inválido». A obra surpreende-nos pelo manifesto classicismo, como se o autor da ópera Elektra quisesse retomar o início da carreira.
Harmonias de Viena
Orquestra Académica Metropolitana
R. Strauss Sonatina N.º 1
W. A. Mozart Gran Partita
Jean-Marc Burfin e/ou Alunos de Direção de Orquestra – ANSO direção musical
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