Este site utiliza cookies. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização de acordo com a nossa Política de cookies.
7€
Reservas e informações: relacoespublicas@metropolitana.pt
O concerto será antecedido por uma breve apresentação da Temporada Artística das Escolas da Metropolitana para o ano letivo 2025/2026.
A entrada no estacionamento da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa deverá ser efetuada pela Travessa Estêvão Pinto.
Com um programa integralmente preenchido com música de compositores franceses, os alunos da academia da Metropolitana dão início a mais uma temporada de concertos «Ensaio Geral». Tudo começa pela sonoridade modernista de Edgard Varèse, que em 1923 compôs Octandre. Este título, no contexto da botânica, significa uma flor com oito estames. Por analogia, a partitura destina-se a oito instrumentistas – flauta, oboé, clarinete, fagote, trompa, trompete, trombone e contrabaixo. Depois, de Maurice Ravel, interpretam Le tombeau de Couperin, de 1919, um memorial de guerra que, na vez de tristeza e heroísmo, nos surpreende com uma suíte de danças barrocas. Em tom sarcástico, remete para a nostalgia e graciosidade de uma experiência improvável em contexto de guerra. Terminam com uma partitura mais clássica, mas plena de juventude e irreverência. A segunda sinfonia de Camille Saint-Saëns foi composta em 1859, quando tinha 24 anos de idade. Resulta da conjugação do classicismo alemão com a sensibilidade francesa, da formalidade com a elegância.
Francofonias
Orquestra Académica Metropolitana
E. Varèse Octandre
M. Ravel Le tombeau de Couperin
C. Saint-Saëns Sinfonia N.º 2
Jean-Marc Burfin e/ou Alunos de Direção de Orquestra – ANSO direção musical
{{ errors.first('subscribeLink.email') }}