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Metropolitana muda imagem gráfica a pensar na comemoração dos 30 anos

Mais cor, mais jovialidade, mais modernidade. São estas as marcas da nova linha gráfica que a Metropolitana vai estrear oficialmente dia 1 de janeiro, mas que já vai ser possível ver nos próximos dias, na promoção do Concerto de Ano Novo. Tudo porque 2022 é o ano do trigésimo aniversário desta casa que é de todos.

Música é vida. E na Metropolitana todos os dias geramos novas vidas artísticas. Foi este o ponto de partida para a designer Rita Antunes, autora da nova identidade gráfica da Metropolitana, iniciar o estudo deste projeto para a qual foi desafiada. Um selo dos 30 anos, uma nova fonte, “com uma forte personalidade, mais peculiar e marcante”, e uma “paleta cromática super vibrante” constituem o novo “cartão de visita” da instituição, que comemora em 2022 o trigésimo aniversário.

“Esta é uma casa que olha para a frente e que educa para o futuro. E, por isso, a nossa ideia foi precisamente que a nova imagem passasse esta ideia de novo e de modernidade”, explica a designer, que procurou fugir de uma série de “clichés conceptuais e visuais de um certo tipo de seriedade e gravidade de porte, mais comuns no universo da música clássica”.

O novo selo evocativo dos 30 anos da Metropolitana

Rita Antunes preferiu valorizar “um estilo mais descontraído, jovial e alegre”, até porque “música é vida” e a Metropolitana conjuga a dimensão artística da sua orquestra profissional com a vertente pedagógica de “formação de novos talentos”. “A Metropolitana é, de facto, há 30 anos, sinónimo de novas gerações de música e tudo isso deve passar na sua identidade visual, através da diferença e do inesperado”, afirma a profissional.

Assim, a nova linha gráfica da casa contempla “uma paleta cromática super vibrante, uma tipografia com forte personalidade, mais peculiar e marcante, e blocos de cor, de imagem e de texto, que em conjunto foram composições gráficas com grande impacto visual”. Além disso, o selo especial dos 30 anos “transmite de forma sintética o que é a Metropolitana por dentro – orquestra e escolas – ou seja, a diversidade da instituição”.

A colaborar com a Metropolitana desde 2012, Rita Antunes, de 48 anos, diz-se “grata” por esta experiência que “vale ouro”. “Têm sido largos anos de muito trabalho e muito gratificantes a todos os níveis. Primeiro, a nível pessoal, porque sou uma melómana, adepta de tudo o que é som e música, portanto, não podia ter um foco mais inspirador. Tudo o que a Metropolitana faz, desde a formação aos concertos, interessa-me e motiva-me”.

Por outro lado, a designer enfatiza a “coerência visual nos materiais de comunicação que têm sido produzidos nestes anos, mas sempre com espaço para a experimentação e para dar vários passos em frente”. “Nunca senti que estivéssemos estagnados em termos visuais, bem pelo contrário. Há claramente uma evolução nestes quase dez anos de colaboração”, sublinha Rita Antunes, que destaca ainda “a equipa de pessoas fantásticas, em termos humanos e profissionais” com quem tem trabalhado na Metropolitana.