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Retrato de Beethoven em 1801 | Carl Traugott Riedel (1769-1832) | Fonte: Wikimedia Commons

15/09/2020

Um Concerto em Andamento

No Concerto para Piano N.º 2 de Beethoven predominam a clareza do discurso, a elegância expressiva e a espontaneidade melódica, espelhando não só o estilo musical clássico mas também o lado mais subtil e sereno da personalidade do compositor.

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Capa da Primeira Edição do Concerto para Piano N.º 3 de Beethoven | Fonte: IMSLP

15/09/2020

Um Concerto Charneira

A obra de Beethoven situa-se no eixo de transição entre os períodos Clássico e Romântico. No contexto dessa mudança estilística, o Concerto para Piano N.º 3 é um exemplo particularmente representativo.

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Frontispício da primeira edição da Sinfonia N.º 8 de Beethoven | Fonte: IMSLP

15/09/2020

A Pequena Sinfonia de Beethoven

Foi Beethoven quem chamou de «Pequena Sinfonia» à Oitava, referindo-se eventualmente à monumentalidade das sinfonias que a rodeiam, a Sétima e a Nona.

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Mosaico de Orfeu conservado no Museu Antiquarium Turritano em Porto Torres (Itália) : Fonte: Wikimedia Commons

15/09/2020

O Piano de Orfeu

O Concerto para Piano e Orquestra N.º 4 de L. v. Beethoven esconde alguns mistérios. Por exemplo, nunca saberemos se o compositor pretendeu, efetivamente, retratar o mito de Orfeu no 2.º andamento.

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Metronomo de Mälzel «Paris 1815» | Fonte: Wikimedia Commons

14/09/2020

O Metrónomo de Mälzel

No segundo andamento da Oitava Sinfonia, Beethoven fez ecoar com humor o característico tique-taque do metrónomo.

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Facimile da primeira página da carta de Beethoven ao «amor eterno» datada de julho de 1812 | Fonte: Wikimedia Commons

14/09/2020

A Eterna Amada

Foi no mesmo verão de 1812, quando compôs a Sinfonia N.º 8, que Beethoven, com o coração destroçado, escreveu as célebres três cartas de despedida à «eterna amada».

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Ferdinand David (1810–1873), o violinista que estreou o Op. 64 de F. Mendelssohn em 1844 | Fonte Wikimedia Commons

10/09/2020

Rápido, Com Muita Paixão

Allegro molto appassionato (rápido, com muita paixão) – assim começa este que é um dos mais célebres concertos para violino e orquestra de toda a História da Música, o Op. 64 de Felix Mendelssohn.

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Gustav Mahler em 1898 | Fonte: Wikimedia Commons

09/09/2020

A Quarta de Mahler

A Quarta Sinfonia de Gustav Mahler anuncia o período de maturidade do compositor. Não se pode dissociá-la das sinfonias anteriores, mas distingue-se em múltiplos aspetos.

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Peter Eötvös | © Klaus Rudolph

09/09/2020

Diálogo com Mozart

Em «Diálogo com Mozart», Peter Eötvös surpreende-nos como uma releitura sofisticada dos cadernos de apontamentos do músico de Salzburgo.

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Pintura de mãos | Fonte: Pixabay

09/09/2020

Tudo por Uma Canção

A canção «Das himmlische Leben» («A vida celestial») preenche o último andamento da 4.ª Sinfonia de Mahler. É ponto de partida e ponto de chegada, a «razão de ser» da obra.

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Capa da edição de 1905 da partitura da Sinfonia N.º 4 de G. Mahler | Fonte: IMSLP

09/09/2020

Uma Sinfonia de Cor Azul

A propósito da Sinfonia N.º 4, Mahler escreveu: «Pense no azul indiferenciado do céu, o qual é mais difícil de apreender do que qualquer variação ou contraste entre tons diferentes. Essa é a cor fundamental desta obra.»

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Arnold Böcklin (1827–1901), «Auto-retrato com a Morte tocando violino» (1872) | Fonte-Wikimedia Commons

09/09/2020

Um Scherzo Diabólico

Alma Mahler revelou que o 2.º andamento da Sinfonia N.º 4 reporta ao tema da morte, chegando a sugerir explicitamente ter sido inspirado numa pintura de Arnold Böcklin.

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