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Mozart | OAM

No início de mais uma temporada, a Orquestra Académica Metropolitana alternou obras de Rameau e Ravel, encetando um diálogo que traça pontes entre sonoridades que se separam por três séculos. Realçam-se assim diferenças, mas também características que permitem reconhecer o singular carisma destes dois grandes compositores franceses. De Jean-Philippe Rameau, figura incontornável da História da Música do século XVIII, ouve-se a enigmática abertura da ópera Zaïs e algumas das mais belas páginas da ópera-ballet Les Indes Galantes.

 

Já de Maurice Ravel, teve lugar Le tombeau de Couperin, uma suíte para piano orquestrada em 1919 que adota deliberadamente técnicas e estilos reminescentes, e o célebre Concerto em Sol Maior. As harmonias do Blues e os ritmos sincopados do Jazz, que tão bem ilustram o fascínio que Ravel mantinha pelo Novo Mundo, foram interpretadas pela pianista maltesa Charlene Farrugia.


RAMEAU, RAVEL

Orquestra Académica Metropolitana


Jean-Philippe Rameau Abertura da Ópera Zaïs
Maurice Ravel Concerto para Piano em Sol Maior
Jean-Philippe Rameau Excertos orquestrais de Les Indes galantes, Platée e Dardanus
Maurice Ravel Le Tombeau de Couperin

Solista 
Charlene Farrugia piano
Maestro Jean-Marc Burfin e/ou Alunos do Curso de Direção de Orquestra da Metropolitana



© Fotografias

David Rodrigues / Metropolitana