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Espelho da mais-valia que representa a transversalidade do projecto da Metropolitana, a Orquestra Sinfónica Metropolitana (OSM) é a formação constituída pelos músicos da Orquestra Metropolitana de Lisboa e pelos melhores elementos da Orquestra Académica Metropolitana, que se juntam em concerto para dar corpo ao grande reportório sinfónico, que passa a ter um espaço regular na programação de Cesário Costa. Esta formação vinha já obtendo resultados visíveis, aplaudidos quer pela crítica especializada quer pelo público que assistia às apresentações. Mas assumiu recentemente o nome que lhe é merecido: Orquestra Sinfónica Metropolitana (OSM). Tendo sido escolhida pelo Centro Cultural de Belém como orquestra residente nas próximas três edições do festival Dias da Música em Belém, estatuto que representa um desafio e também uma importante plataforma de exposição a novos públicos que sempre acorrem a esta iniciativa. Na temporada passada, a OSM interpretou A Canção da Terra de Gustav Mahler. Este ano desafia-se com a 5.ª Sinfonia do compositor austríaco, num concerto dirigido por Michael Zilm, uma das presenças importantes e habituais nas temporadas da Metropolitana. E em Maio, apresenta uma nova produção de A Sagração da Primavera de Stravinski, com coreografia de Olga Roriz, com a direcção musical de Cesário Costa.
Quinta Sinfonia de Mahler
Orquestra Sinfónica Metropolitana
Michael Zilm, direcção musical
Gustav Mahler (1860-1911) – Sinfonia n.º 5
Dias da Música em Belém
Orquestra Sinfónica Metropolitana, os Pequenos Violinos da Metropolitana e o Brass Ensemble da Metropolitana.
A Sagração da Primavera
Orquestra Sinfónica Metropolitana
Cesário Costa, direcção musical
coreografia de Olga Roriz
Igor Stravinski (1882-1971) – A Sagração da Primavera