Artistas Associados

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Temporada 2017 / 2018

Artistas Associados 2017 / 2018



Joel Santos

JOEL SANTOS

 

Economista e apaixonado fotógrafo profissional de viagens. É o autor dos livros best-seller ‘FOTOgrafia' (9 edições); ‘FOTOcomposição’, ‘FOTOpad’, ‘FOTOedição’ e 'ÍNDIA - A Cor do Contraste'.


Foi o director da revista 'O Mundo da Fotografia Digital' (2007 a 2010) e é colunista regular da revista VISÃO, tendo publicado mais de uma centena de artigos, crónicas e desataques de capa na imprensa nacional e internacional, incluindo o The Guardian, The Times, Daily Mail, National Geographic Traveller, entre outros meios. Pertence ao 'Canon Ambassador Programme', sendo embaixador da marca para Europa, África e Médio Oriente. As suas fotografias são usadas por marcas internacionais, designadamente IKEA, Microsoft, ABC Studios, Canon, Samsung, entre outras. Foi vencedor de inúmeros prémios nacionais e internacionais de fotografia, nomeadamente o prestigiado Travel Photographer Of The Year em 2016.


Autor de quatro mini documentários em vídeo, recorrendo a drones para obter filmagens inéditas na Mongólia, Etiópia, Gana e Portugal. É formador de fotografia e líder de viagens fotográficas por todo o mundo, tendo viajado por mais de 40 países para encontrar a melhor luz e fotografar momentos únicos. Ainda como Economista, foi docente na Universidade de Economia em Timor-Leste (2004 a 2006).


www.joelsantos.net | www.facebook.com/Joel.Santos.Photography

Pavel Gomziakov

PAVEL GOMZIAKOV

Pavel Gomziakov nasceu na cidade de Tchaikovsky, na região dos Urais, na Rússia. Estudou na Academia Gnessin e no Conservatório de Moscovo, com Dmitri Miller e na Escola Superior de Música Rainha Sofia, em Madrid, com Natalia Schakhovskaya. Diplomou-se pelo Conservatório Nacional de Paris, na classe de Philippe Muller. Pavel Gomziakov estreou-se nos Estados Unidos da América em 2010, com a Sinfónica de Chicago, sob a direção de Trevor Pinnock. Desde então, tem atuado regularmente na Europa, nas Américas e no Japão. Compromissos recentes incluíram apresentações com a Orquestra de Câmara Finlandesa, a Orquestra do Capitólio de Toulouse, a Orquestra Nacional Russa, a Sinfónica de Seattle, a Orquestra Gulbenkian, I Pomeriggi Musicali Milano, a Südwestdeutsche Philharmonie Konstanz, a Orquestra de Avignon, a Filarmónica Nacional da Rússia, a Nova Filarmónica do Japão, a Orquestra de Câmara de Londres, a Orquestra Nacional de Montpellier, ou a Orquestra Nacional de Lille, sob a direção de maestros como Jukka-Pekka Saraste, Jesús López Cobos ou Christopher Wareen-Green, entre outros. Na Rússia, atuou no Festival Noites Brancas, em São Petersburgo, a convite do maestro Valery Gergiev. Pavel Gomziakov colaborou com a pianista Maria João Pires um disco dedicado a Chopin (DG, 2009) que foi nomeado para um Grammy. Atuaram juntos em várias ocasiões na Europa, no Extremo Oriente e na América do Sul, incluindo auditórios como o Théâtre des Champs-Élysées, em Paris, o Victoria Hall, em Genebra, o Teatro Real de Madrid, a Philharmonie de Colónia, o Konzerthaus de Viena e o Sumida Tryphony, em Tóquio. No domínio da música de câmara, colabora também com Augustin Dumay, Louis Lortie, Andrei Korobeinikov, Vanessa Wagner e Anastasya Terenkova. Em 2016 foi lançada uma gravação de Concertos para Violoncelo de Haydn (Onyx), com a Orquestra Gulbenkian, tendo Pavel Gomziakov tocado o Violoncelo Stradivarius Chevillard – Rei de Portugal, de 1725, por generoso empréstimo do Museu Nacional da Música.

 

Magnus Lindberg

MAGNUS LINDBERG


Magnus Lindberg nasceu em Helsínquia, em 1958. Terminados os estudos de piano, entrou na Academia Sibelius, onde foi aluno de Einojuhani Rautavaara e Paavo Heininen. Este último incentivou os seus alunos para olhar além da estética conservadora e nacionalista prevalecente, e para explorar as obras da vanguarda europeia. Isso conduziu, por volta de 1980, à formação de um agrupamento que se tornou informalmente conhecido como Ears Open Society – o qual também incluía colegas seus como Hämeeniemi, Kaipainen, Saariaho e Salonen – e visava a divulgação do modernismo mainstream. Em 1981, Lindberg tomou uma decisão que se revelaria marcante: estabeleceu-se em Paris para estudar com Globokar e Grisey. Iniciou então um período em que também frequentou as aulas de Donatoni, em Siena, e fez contacto com Ferneyhough, Lachenmann e Höller.

 

A descoberta da sua vocação para a composição revelou-se em duas obras de grande dimensão, Action-Situation-Signification (1982) e Kraft (1983-85), as quais ficaram ligadas à fundação do Toimii Ensemble, na companhia de Salonen. Este agrupamento, no qual Lindberg tocava piano e percussão, proporcionou ao compositor um laboratório para o seu desenvolvimento. As obras combinavam experimentalismo, complexidade e primitivismo, trabalhando nos limites dos parâmetros musicais. No final da década de 1980, a sua música transformou-se, no sentido de um novo classicismo modernista em que muitos dos ingredientes da da linguagem musical (harmonia, ritmo, contraponto, melodia) foram reajustados a uma realidade pós-serial. O ponto chave nesta evolução estilística foi o tríptico orquestral Kinetics (1988), Marea (1989-90) e Joy (1989-90), consumando-se definitivamente em Aura (1993-94) e Arena (1994-95).

 

As criações de Lindberg colocaram-no na vanguarda da composição orquestral, entre as quais se destacam Feria (1997), Fresco (1997), Cantigas (1999), Concerto para Orquestra (2002-3), Sculpture (2005) e os concertos para Clarinete (2002), Violino (2006) e Violoncelo (1999 e 2013). O seu catálogo inclui ainda Seht die Sonne (2007), encomenda da Orquestra Filarmónica de Berlim sob direção de Simon Rattle, a sua primeira obra coral-orquestral GRAFFITI, encomenda da Orquestra Sinfónica de São Francisco estreada em Helsínquia em maio de 2009, e Era (2012) escrita para o 125.º aniversário do Concertgebouw.

 

Magnus Lindberg foi Compositor Residente na Filarmónica de Nova Iorque entre 2009 e 2012. Durante esse período criou obras como a Abertura EXPO, que estreou para a apresentação de Alan Gilbert como diretor musical da orquestra, Al Largo para orquestra, Souvenir para pequeno ensemble, e o Concerto para Piano N.° 2, estreado por Yefim Bronfman em 2012. Já a partir da temporada 2014/2015, foi Compositor Residente da Orquestra Filarmónica de Londres durante três anos, com um conjunto de encomendas que incluiu um Concerto para Violino para Frank Peter Zimmermann. A música de Lindberg foi gravada pelas editoras Deutsche Grammophon, Sony, Ondine, Da Capo e Finlandia. Em 2003, recebeu o prestigiado Prémio Wihuri Sibelius. Publica na Boosey & Hawkes.